Com apoio da FAB, PROCAPE/UPE encerra 2025 salvando vidas com transplante cardíaco


O último dia de 2025 entrou para a história da saúde pública pernambucana. O Pronto-Socorro Cardiológico Universitário de Pernambuco – Prof. Luiz Tavares (PROCAPE/UPE) realizou um transplante cardíaco de alta complexidade, reafirmando seu papel estratégico no Sistema Único de Saúde (SUS) e projetando esperança para 2026.

A complexa operação teve início em 30 de dezembro e envolveu uma logística precisa de captação, transporte e implante do órgão. O coração foi captado em Aracaju, capital de Sergipe, por equipe do PROCAPE/UPE, com apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Grupamento Tático Aéreo de Pernambuco (GTA/PE).

A receptora foi uma paciente de 38 anos, residente no município de São Benedito do Sul, na Zona da Mata de Pernambuco, que estava internada na unidade hospitalar da Universidade de Pernambuco (UPE), instituição responsável pela gestão do PROCAPE.

Para o diretor do hospital, Ricardo Lima, a realização do procedimento em uma data simbólica reforça o compromisso institucional com a vida. Segundo ele, o transplante representa excelência técnica, dedicação das equipes e a missão permanente de salvar vidas, independentemente do calendário.

A equipe de captação foi formada por Frederico Brownie, cirurgião chefe do transplante; Álvaro Perazzo, cirurgião da captação; Átala Raíssa, residente de cirurgia cardiovascular; e Maria Inácia, instrumentadora cirúrgica. Já o implante contou com Roberto Diniz e Sérgio Rayol, cirurgiões cardiovasculares, além de residentes, perfusionista, enfermeira do bloco cirúrgico e profissionais multiprofissionais.

A reitora da UPE, professora Socorro Cavalcanti, destacou que o transplante realizado no último dia de 2025 reafirma o compromisso da universidade com o serviço público, a ciência e a assistência qualificada à população pernambucana.

Referência nacional em cardiologia, o PROCAPE/UPE encerra o ano com um feito que simboliza inovação, trabalho em rede e impacto direto na vida das pessoas. Um gesto que não apenas salva uma paciente, mas fortalece a confiança da sociedade na saúde pública e aponta caminhos para um 2026 com mais vida, ciência e cuidado coletivo.


Informações da Assessoria - Foto/ Imagem de Destaque: Divulgação/ Ascom UPE


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